06 de Janeiro de 2014

Fia-te na virgem e não corras, popular

Às vezes a imprevisibilidade baseada na confiança é surpreendente (nos relógios também) e inunda-nos de sabedoria que dava jeito dispensar:

Não se pode andar na roda de ninguém, Depois de ensopados parar para beber café arrepia, Rajadas laterais a partir de 30 km/h a descer é suicídio se não se parar, Fundilhos, capas, travões, jantes e ... raios de trabalho para a murraça desaparecer.

Depois de iniciada (a marcha), só resta um caminho: o mais rápido para casa, com pequenos ajustes: os terminais das roupas convém irem por fora das luvas e das capas e não o inverso.

Minutos antes a preocupação reduzira-se a: Se eles dizem que é para ir foi porque já verificaram que se pode, consubstanciada na repetição sistemática, face à má cara que pairava no meio envolvente, de iminências pardas: Só lá para o meio dia é que pinga.

E tudo porque na noite anterior o telelé iluminava-se com a mensagem:

- Amanhã às 9 na palmeira, para quem queira.

publicado por Ubicikrista às 01:28

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