12 de Dezembro de 2011

Bocage desafiado na hora a fazer um brinde, num copo

com água em vez de vinho, disse: censurado  

Olá! Alguns ainda se lembrarão de mim no tróia-sagres do ano passado, quando andava confusa com os números. Agora ando com problemas nas letras (só o mecânico esteticista já vai nos 700 eu…rós-ta parta). Pois é, o carro de apoio deste ano era o mesmo (com um visual renovado após as varias transformações estéticas ás partes intimas levadas a cabo pelo tal mecânico de reconhecido valor da WW), mas as estradas eram outras, os passageiros também, tal como os kms a mais (50).

Pergunto-me ainda porque carga de água é que, um ano depois aceitei reconduzir uns tiposs mais molhados que os bezerros acabados de nascer, e sujeitos a serem humilhados (ou molhados) debaixo de uma chuva de criticas igual ás dos políticos deste país. Mas isto já todos sabemos: quem anda à chuva molha-se! E já que o país está à beira do fim, nada melhor que ir lá abaixo onde acaba, para ver o que é que há para além de sagres (sem ser a super bock claro). E garanto-vos que só há água, visto com estes dois olhos lavados em lágrimas escorridas do capacete.

Os ciclistas, tal como todo o convidado que se preze, não se quiseram apresentar na casa do anfitrião (à chegada) de mãos a abanar e durante o percurso trataram de meter água por tudo o que era sitio: nas luvas, nos capacetes, nos forros dos calções e nos bolsos traseiros das camisolas. Dava gosto ver as barritas a nadar junto aos cubos de marmelada com as ameixas, as bananas e as passas de figo. É isto, passar as passas do Algarve. Mas o mais engraçado de tudo foi ver o gel, de banho.

O primeiro abastecimento forçado deste vil metálico líquido, foi logo à saída do cercal, o segundo no desvio para a fataca e o terceiro na gasolineira de s. teotónio. Mas o vento para além de ser um desmancha prazeres é também um ladrão de primeira. Roubava-lhes de imediato a aguinha que tanto gosto faziam em transportar como oferenda, visto que o natal está aí á porta. Em vão. Não o conseguiam enganar. A solução foi esconderem a que puderam dentro dos sapatos, por baixo dos botins (é desumano dizer capas protetoras) e no interior das meias.

Seria o quarto abastecimento, já na vila, servido em forma de chuveiro natural intenso (em vez das mangueiras no quartel dos bombeiros) que lavaria (levaria) aquelas almas penadas de regresso a casa 10 h e 250 kms depois, 6750 calorias a menos, 1585 m de subidas a mais (1748 nas descidas), um pulso médio de 130 ppm e cadencia de 55 rpm. O melhor km que arranjaram foi em 1:04 min. Adeus

PS: Houve outras visões nos 200: O Gupo Pupular das Portelas até metade e depois o resto, o Carcavelication, o Pedro e o notívago Rui.

publicado por Ubicikrista às 02:51

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