23 de Abril de 2013

Lema dos entradotes (velhos com cabelo transparente):

não interessa o que foste, mas o que consegues fazer agora

O joão almeida reincidindo, avisou: quero-vos cá! Desta vez não venham sentados no selim para saborear os pasteis, venham em pezinhos de lã ao cheiro das bifanas. Repetiu o aviso por mais conhecidos.

Desafio para um velho é andar de cacheira na mão atrás das raparigas e quando lhe perguntam porquê, diz que não sabe, porque já não se lembra. Provavelmente é só o instinto a ditar leis.

Portantos pá, preparar um plano a dois meses, cumpri-lo debaixo de chuvas semanais com uma saca de plástico enfiada no tronco, experimentar dezenas de sapatilhas de 15 em quinze dias até encontrar um sofá para os pés, gastar sacos de sal em baldes de gelo alternados com escolateiras de agua quente para as sucessivas lesões, com horas de infravermelhos, bisnagas de hirudoid para desfazer dezenas de matulos com a cabeça dos dedos das mãos, metros de emplastros leão, alternando lama até aos tornozelos com pisadelas em bostas de cavalo no hipódromo ou incomodando a ecopista ainda adormecida às 6 da matina. Não é fácil transformar material gasto em…velho.

Uma dúvida persistiu sempre. Como é que se baixa o pulso? Na bicicleta basta deixar de pedalar ou aproveitar uma descida. Aqui se te esticas um pouco nunca mais recuperas. Só parando.

Cumprido o prazo, mais de mil pessoas acataram a sugestão do joão para se afiambrarem, a andar ou a correr, atrás das bifanas.

Mas havia que as merecer, adaptando-se cada um aos obstáculos: correr de noite em zonas completamente às escuras, enumeras viragens em cotovelo, constantes apalpadelas (com os pés), distinguir a coca-cola do tinto e correr às cegas sem referências mesmo precisando delas a cada km.

Ps: o Ezi que esta época encostou a sua baique teve um comportamento de 5.º dos infernos.

publicado por Ubicikrista às 02:50

Vai e volta do CCE/Unidos da Cadência:
A pedalada redonda,


Conclusões
Com os resultados dos testes chegou-se a importantes conclusões:
a. Não adianta aumentar a força na “puxada” pois resulta em uma maior irregularidade ou uma pedalada mais “travada”.
b. Os pontos fracos da pedalada são as fases do “retorno” e “chute”, quando aparecem forças horizontais ao solo.
c. A maior parte dos ciclistas consegue aproveitar melhor a sua força na fase do “retorno” do que durante a fase do “chute”, onde o pedal tem que ser elevado e empurrado para o ponto morto superior.
d. Segundo as conclusões do estudo, é no “chute” e no “retorno” que existe um grande potencial.






Comentários finais
Testes feitos pelos ingleses também mostraram que a chamada “puxada” na fase da puxada é ineficiente simplesmente pelo fato de ter que movimentar a perna com todo o seu peso (aproximadamente 20 a 25 kg) contra a força de gravidade.
Isto significa que é melhor concentrar-se na fase da compressão e do retorno. Quando uma perna entra na fase mais fraca da puxada, a outra está entrando na fase mais forte da compressão. Importante é como conseguimos aproveitar a fase do retorno continuando o movimento da forma mais fluida possivel depois da compressão.

2 de Maio de 2013 às 14:28

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