11 de Junho de 2011

Todos nós os conhecemos de tanto ouvir falar deles nos média. Por vezes chegam a ir às casas de banho das discotecas ou a funerais, para sacarem o sangue aos ciclistas profissionais

Mas também existem na versão para cicloturistas. Atuam pela calada da manhã. Situam-se estrategicamente nos pontos de partida das etapas e puxam dos galões que a lei lhes concede como autoridade. Geralmente vêm equipados com camisolas da GNR ou da PSP e afirmam:

- Daqui ninguém sai com dorsais de corrida. Só podem seguir em pequenos grupos ou por equipas separados uns dos outros e em fila.

Também foi assim no 9º Passeio a Portugal em Bicicleta - Ciclismo para Todos que era para ter sido um excelente momento de divulgação desta modalidade, que até está especialmente recomendada pela Fundação Portuguesa de Cardiologia, e se tornou pior que um passeio de domingo de manhã sem história. Era a 8ª (entre Portel e Montemor-85 km) de nove etapas (665 km) de uma prova que fazia parte dos calendários tanto da Federação Portuguesa de Ciclismo como da UCI - União Ciclista Internacional.

Esta Mini Volta a Portugal em Cicloturismo, como é conhecida desde Maio de 1991, tem nos ultimos anos sempre a presença da família Chilra na equipa do Atlético de Reguengos, tal como o Cunha, o grande mentor, este ano com novas funções. E não se pense que os andamentos são pêra doce. Perguntem ao Quaresma ou ao Rosado que os acompanharam desde Viana.
Deixamos uma pequena amostra em como a vontade dos vampiros foi integralmente cumprida:

publicado por Ubicikrista às 17:05

11 de Julho de 2010

O futuro, que ninguém sabe o que é ou viu, às vezes anda atrás dos ciclistas e...ao lado, ao Pedro & herdºs

Há uns anos fomos subir a Serra da Estrela. Ao descer dos carros, para começar a subida, à saida da Covilhã, o Tiró Lenço que é de reguengos, grita horrorizado:

- Não abalem ainda, estou sem travões.

Nas serras estas ferraduras não fazem falta, mas para as cicloturisticas, como a de hoje, sim. Embora 20 minutos antes da partida tenha dado mais jeito a alguns ir em frente sem ter que travar para virar à esquerda (Pigeiro)

Não foi por Caridade, mas sim porque um amigo pediu, que fomos fazer vulto com todo o gosto. Foi assim nos Canaviais, na Graça do Divor e na de Borba, sempre que alguém - Gabriel Mauricio, Joaquim Miguel e agora o Cunha - quer divulgar o Cicloturismo. Gasta-se apenas mais um pouco de calços do que o habitual, em compensação poupa-se nos pedais.

Pensamento do dia: Se o tuga do D. Afonso Henrique não tivesse batido na mãe... habiamos sido campeones del mundo!

publicado por Ubicikrista às 16:26

01 de Junho de 2010

Face a imagens tão evidentes só me ocorrem perguntas:

Que bagunça é esta? Uma marcha cicloturistica? A estrada é toda nossa, porquê? Isto aqui é alguma américa, com tudo á fartasana?

Vá lá, desta vez passa. Mas SFF não se gabem disto a ninguém


publicado por Ubicikrista às 00:53

13 de Outubro de 2009

Crónica

LISBOA-EVORA de A a Z

AFINAR o material. Não é normal sacar-se as duas rodas. Aqui há uns anos, depois de uma vinda de férias, a roda da frente por não estar suficientemente ajustada, saltou do garfo, penalizando um filho por negligência do progenitor. Menos grave, mas que nos deixa insatisfeitos, é a inoperacionalidade dos conta-quilómetros.

BEBIDAS frescas sim e não. Podemos sempre recorrer ao congelador quando na véspera preparamos a nossa bebida preferida, mas a experiência diz-nos que depois de aquecida pelo sol não sabe ao mesmo que ao natural. Parar num café qualquer, à beira da estrada, é bom para cicloturistas de 60 quilómetros.

CAMISOLAS. A maior contestação nos dias antecedentes – feios, porcos e maus, alegou-se quase por unanimidade, antes da conformação. Feios, porque quem engendrou aquela combinação de cores devia estar a querer castigar o país de origem. Porcos, porque um empréstimo apressado pode dar origem a cheiros inadequados ao gosto pessoal de cada um, e maus pela qualidade duvidosa do seu tecido e provavelmente imprópria para esta altura do ano. Finalmente cada um imaginou uns calções consoante a sua estética de beleza. Verde para uns,. vermelho para outros e preto para a maioria. Para quem optou pelo vermelho – prova em anexo – a parte dos bolsos em verde imitava na perfeição uma fralda bem vistosa, sobretudo a quem subisse os calções para não ser motivo de olhares indiscretos aquando de uma ida à praia.

DESISTIR é ideia que não entra na cabeça de ninguém antes. Mas pode acontecer por várias razões, e o discernimento é coisa que não existe nesse momento, prevalecendo a teimosia individual. O melhor conselho é subir na carrinha alguns minutos e depois de recuperado… estrada novamente. Por vezes pode até acontecer não haver motorista e aí é obrigatório a desistência... à vez – pelo menos para os que têm Carta.

EMPURRAR. Houve excesso de zelo – há sempre desgaste para ambos os lados – nalguns momentos, principalmente nas rectas. Não havia necessidade. Também não fica bem empurrar quando se está a ultrapassar outros ciclistas – principalmente para estes. É sempre de evitar.

FUROS. Nestes dias é para esquecer a reparação no momento. Ou roda suplente imediata, se o carro estiver por perto, ou fica lá pregado à beira da estrada e vai entrar lá mais para a frente, após chegar o transporte. Retardar o grupo é impensável.

GRAÇA DO DIVOR. Tinha-se decidido não ir lá e vir logo directo da Abaneja a bem do dito banhinho retemperador. Mas a decisão no momento – por arrastamento de um ou outro – foi boa, e parecia mal não fazer a chegada, uma vez que não havia meta oficial.

publicado por Ubicikrista às 19:13

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