14 de Novembro de 2013

Mostrei o cartão amarelo ao nº 8 do xifranense que ameaçou que me partia

 os cornos, facto que não se confirmou por um colega o ter impedido,

by quim da mina, cartucheiro diário  

Ex. de um dos 1ºs relatórios de quaisquer jovens árbitros de futebol, que

 my self e o bacalhau riberalves, assistimos à quase 40 anos

Confesso que não gosto de puxadores, não vejo utilidade. As portas deviam abrir sempre para os lados como nos filmes chineses.

Uma coisa é alguém andar na frente a marcar ritmo ao grupo. Outra é puxar e ir largando lixo (pessoal) pelo caminho para que os que vem atras apanhem. Entendo que os rebocadores puxem (mas não que os puxadores reboquem) para recuperar duma distância entre grupos ou apara anular uma fuga. Mas puxar, quando não há ninguém na frente para apanhar, não vejo utilidade, a menos que se trate de um contrarrelógio por equipas, mas aí cada um deveria puxar apenas durante um km. Mas contrarrelógios todos os domingos é demais. É verdade que os melhores ciclistas profissionais também se andam a preparar durante todo o ano para o tour de frança. Mas cá entre nós ciclistas amadores não há nada que nos motive o ano inteiro para andarmos nestes preparos. Confesso que não estou a ver a razão, a não ser que… um dia destes na rua:

- Atão é este ano que batemos o recorde (de presenças?) se não chover e com vento favorável?

publicado por Ubicikrista às 21:14

01 de Outubro de 2009

Ciclismo do passado - Opinião

Foi assim durante 20 anos… antes de aparecerem os montanhistas na estrada…

O artista monta-se na sua burrinha e vai só dar uma volta, diz ele. Alguém acredita nisto? Vejamos.

Aparece-lhe um Romão qualquer, ou uma descida, um vento favorável, uma subida curta mas dura, um tractor ou um mata-velhos, etc. Nem sabe a sorte que tem, se pelo contrário encontrar um Ferreira ou uma Carminda.

Ao domingo é mais do mesmo! Vai ao sabor do vento, isto é, acelera, sprinta e sobe de pé, quando os outros lhes dá na gana acelerarem. Não lhe dão descanso e apertam a valer. Às vezes fica com a certeza que se o deixassem descansar um pouco, que se baixassem ligeiramente o andamento, conseguia ir com eles, os galfarros. Tanto é que depois de desistir fica a vê-los ali a 100 ou a 200 metros, durante moitões de quilómetros, até definitivamente se irem embora na parte final, mas aí ele já tem o dia ganho.

E nem lhe falem em travar ou avagar, enquanto se espera por alguém, isso é musica que já não lhe entra no ouvido. Diz que vai andando, ou então, raspa-se à sorrelfa sem aviso.

Isto durante anos, porque se convenceu que se levar uma sova hoje, mas se treinar durante a semana, cada domingo que passe estará a andar melhor. Mais, se puder treinar com os que andam bem, qualquer dia anda como eles ou até melhor se alguém dos bons faltar!

“E se te deixasses disto e te tornasses um especialista numa só área”, dita-lhe a consciência? Mas qual? Sprinter? Trepador? Rolador? Rebocador? Não tens hipóteses! Os lugares já estão preenchidos. Quando muito aguadeiro... para ir ao carro de apoio e com a desculpa dos bidões ou furo, descansar lá um pouco.

Que chatice! E ele que ia só dar uma volta.

Pois bem! Podes continuar a dar a tua volta. Podes fazer como, por exemplo, o Quaresma, que ia e vinha a Montemor quase todos os dias sempre com o mesmo ritmo, o dele, e foi o seu corpo que lho ditou.

Sem o saber, habituou o organismo àquele esforço e àquela resistência, isto pelo menos durante as duas horas do percurso. Resultado: quando em grupo, nas primeiras duas horas ninguém o batia. Só fraquejava ligeiramente na hora e meia seguinte.

Saberão porquê? O corpo só estava habituado àquele esforço, isto é, só tinha gasolina super para duas horas, a partir daqui gastava da normal, entenda-se reserva.

Não é difícil imaginar-lhe a prestação se pudesse treinar 4 horas àquele ritmo pessoal, onde ninguém lhe incomodasse o treino.

Em suma: as mudanças de ritmo súbitas, quer nas subidas ou nas descidas, torna qualquer um de nós num ciclista polivalente, mas especialista em ... NADA.

Lembrando o puto que queria ser mini playboy, nem chega a ser mini trepador, nem mini sprinter, nem mini qualquer coisa, consoante a especialidade que treine mais frequentemente. Quando muito fica-lhe o mini hábito e depois é só emborcar nelas.

Recuperemos as situações atrás descritas para as alturas em que se dá um súbito aumento de ritmo ou quando se insiste em mantê-lo nas subidas, as pulsações disparam para valores incomportáveis para a idade. Mas isso já será assunto de um futuro blogue.

 

publicado por Ubicikrista às 19:58

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